
Limite
Adrift in the vast expanse of the ocean, a solitary boat carries three castaways—a man and two women. Stranded and devoid of any glimmer of rescue, they find solace in recounting the tales of their lives to one another. As they delve into their personal narratives, reminiscing about the circumstances that led them to this desolate predicament, they navigate through the depths of three distinct destinies. Bound by the confines of their shared space, every aspect of their existence becomes a boundary, underscoring their plight.
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Um filme mais comentado do que visto. Deveras fascinante como um filme que nunca foi exibido comercialmente em sua época de lançamento tenha tanta influência nacional e internacional até hoje, sendo amplamente comentado por grandes nomes do cinema. Limite é um filme complexo, os takes longos fazem com que tenhamos tempo de sobra para refletir e pensar sobre o filme, ou em outras coisas também, pensar sobre a vida, sobre o tempo, e é esse o tema abordado por Mário Peixoto no filme, a passagem do tempo.
Cinema mudo feito no Rio de Janeiro por um cara de 22 anos. Muito bonito, poético. Imagina ir pra vastidão das águas do mar e na verdade ficar preso num barquinho pequeno! A história é “simples” mas acabei até me perdendo tentando acompanhar a realidade e os personagens do filme (quem sabe foi até proposital). A música é algo que eu não consigo curtir em filmes dessa época, mesma coisa aqui. A edição, por outro lado, é criativa à beça. E a câmera às vezes parecia até um celular de tão leve que ficava nas mãos de quem filmou! Filmou se divertindo. Se quiser assistir tem aqui!